Película fina: energia solar para todos (II)
No promissor mercado de painéis solares de película fina, a disputa pela hegemonia estende-se agora ao planeta inteiro com números que impressionam. E o maior beneficiado promete ser o consumidor.
A Nanosolar, fundada em 2002 e principal concorrente da FirstSolar, precursora do conceito, revelou detalhes da sua tecnologia de película fina que declara ser mais eficiente e mais barata que a da concorrente e declarou ter já em carteira encomendas no valor de 4.1 bilhões de dólares.
O sistema de película fina é baseado em materiais semi-condutores e nanopartículas contidos em uma tinta usada para literalmente imprimir os painéis em vulgares folhas de alumínio. A diferença entre os sistemas das duas empresas será na maior eficiência do composto com base de cobre usado pela Nanosolar em comparação com o telureto de cádmio, da rival FirstSolar.
Com mais tempo no mercado e praticamente agindo solitária até agora, a resposta da pioneira FirstSolar à ruidosa barragem de números apresentada pela nova concorrente veio com a assinatura de um acordo com autoridades chinesas para a construção de uma usina solar de 2.000 MW de potência na Mongólia e a divulgação de contratos de fornecimento de outros 1.100 MW para distribuidoras de energia na Califórnia.
A notícia boa é que, tendo atualmente como principal mercado as usinas solares, as duas empresas prometem, no entanto, duelar num futuro próximo pelo mercado residencial.
com informações do New York Times

setembro 15, 2009 3:25 pm /
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